Annie Leibovitz: a fotografia em sua maior originalidade

John Lennon e Yoko

Uma fotografia que ficou guardada na história.  Para quem é fã de Beatles, não tem como esquecer a foto que mostrou toda a vulnerabilidade, sensibilidade e, também, morte de John Lennon. A famosa fotografia em que Lennon aparece nu com Yoko foi tirada horas após sua morte. Marcante. Difícil de esquecer.  Mas o segredo que a foto revela é justamente o seu maior valor: por trás de toda a produção fotográfica encontramos uma fotógrafa de almas, uma mulher de talento, reconhecida não pelo conteúdo de suas fotos, mas, principalmente, por ser capaz de encontrar  a essência final, o destaque, a personalidade de cada pessoa em que ela fotografa. Annie Leibovitz não é uma fotógrafa qualquer. Ela tem o dom de ir mais além da foto e mostrar o que não conseguimos enxergar.

Foi em outubro de 1949 que nasceu a pequena Annie, nos Estados Unidos. Desde muito cedo a menina foi influenciada pela mãe, bailarina que a fez entrar para o mundo das artes.  Mas foi na juventude que a garota se interessou pela fotografia, logo quando ingressou no Instituto Artístico de São Francisco. Em 1970 Annie conheceu Jann Wenner, editor e fundador da revista Rolling Stone. E a partir daí sua carreira deslanchou. Acompanhou a turnê dos Beatles, onde tirou inúmeras fotos, fotografou famosos como Bob Dylan, Bob Marley, Jimmy Hendrix, Janis Joplin, Patti Smith, entre outros. Conheceu lendas artísticas como Angelina Jolie e George Clooney. Mas o que a difere dos outros fotógrafos, também bons, é que Annie detém de certa criatividade. Apresento para vocês a fotografia de Whoopi Goldberg, Maryl Streep, Bette Midler e The Blues Brother’s (banda norte-americana):

ImagemImagem

ImagemImagem

Em 2007 Annie também nos surpreendeu. A fotógrafa foi contratada para uma campanha da Dysney, onde teria que recriar os clássicos do estúdio com celebridades conhecidas mundialmente. As fotos circularam nas maiores revistas de Nova York  e no próprio parque da Disney. Confira as fotos:

ImagemImagem

ImagemImagem

Sebastião Salgado e o retrato da realidade social

Talvez um herói. Para muitos um dos únicos homens que conseguiu mostrar a verdadeira realidade do pedaço excluído do Brasil e do mundo: Sebastião Salgado é muito mais que um fotógrafo. Mineiro de origem, um dos fotojornalistas mais respeitados da atualidade foi conhecer a fotografia com 29 anos. Trocou então a profissão de economista, onde trabalhava na Organização Internacional do Café, em 1973, pela fotografia, inicialmente usando emprestada a câmera fotográfica de sua mulher, Lélia Wanick Salgado. Seu principal foco é fotografar a camada de pessoas excluídas da sociedade. Trabalhando sempre com fotos em preto e branco, Sebastião “espera que a pessoa que entre nas suas exposições não seja a mesma ao sair”. Ele acredita que “uma pessoa comum pode ajudar muito, não apenas doando bens materiais, mas participando, sendo parte das trocas de ideias, estando realmente preocupada sobre o que está acontecendo no mundo”. Suas fotos demonstram, talvez, certa sensibilidade em retratar muitas vezes olhares de dor, esperança, medo, angústia. Ele consegue colocar em suas imagens histórias de um país, de sua cultura e do cotidiano de cada habitante. Para quem ainda não sabe, cada livro seu trata de um tema específico, geralmente polêmico e pouco abordado no dia-a-dia social. Confira as fotos:

Imagem

Foto capa do livro Terra, que mostra o olhar sofrido de uma menina em um acampamento de Sem-Terra em Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná. Na época Salgado dedicou o livro às milhares de famílias de brasileiros sem terra que sobrevivem em acampamentos improvisados às margens das rodovias.

Imagem

Me perguntaram o que poderia dizer sobre o livro de fotografias “Africa” de Sebastião Salgado. O que você tem a dizer sobre as fotos? […] Pausa profunda…Sebastião: Tem coisa que sentir apenas basta.Foto do livro África (2007).

Imagem

Uma de muitas imagens feitas pelo fotógrafo em mais de quarenta países, por quase sete anos, publicadas no livro Êxodos, onde registra movimentos de pessoas que, presos a conflitos bélicos, étnicos ou nacionalistas, são empurrados para outros lugares, para outros mundos.

As fotografias de Sebastião Salgado falam por si só. Cruzam diferentes locais e culturas para, de fato, contar uma única história: uma história de exclusão, indiferença, tristeza. Mas também uma oportunidade de mostrar para o mundo que existe, realmente, pessoas que encontram-se nessa situação de vida. Seja para reafirmar a existência de situações muitas vezes dramáticas ou tomando as fotografias como oportunidade de crítica social, Sebastião diz que ” Mais do que nunca, sinto que a raça humana é somente uma. Há diferenças de cores, línguas, culturas e oportunidades, mas os sentimentos e reações das pessoas são semelhantes. Pessoas fogem das guerras para escapar da morte, migram para melhorar sua sorte, constroem novas vidas em terras estrangeiras, adaptam-se a situações extremas”. Boa frase para refletir.

Lady Gaga: Mother Web

Mais que um ícone, Lady Gaga revolucionou o cenário musical. Muitos podem a acusar de ser uma mera “recicladora de ideias”, mas a verdade é que além de figurinos extravagantes, Gaga também é uma das artistas que usa a mídia a seu favor de maneira mais inteligente.  Stefani Joanne Angelina Germanotta alcançou em menos de dois anos o que Madonna levou uma década para alcançar. Segundo a Forbes: “Ela não é a próxima Madonna, é antes um novo modelo de negócio”. Através das redes sócias Gaga consegue alavancar estratégias de marketing de fazer inveja em qualquer profissional da área. “Lady Gaga é subversiva, mas compreende o marketing viral melhor que qualquer outra estrela da atualidade. Ela dirige cada parte da sua música e da sua vida, pensando como é que os vídeos vão aparecer no YouTube e o que é que as pessoas vão twittar depois de aparecer nos Vídeo Music Awards”, disse à Forbes, Simon Dumenco, analista de mídia.

Gaga também é garota propaganda do navegador Google Chrome; a escolha foi resultado de sua grande influência na mídia.

Intervenções Urbanas: uma forma de manifestação e interatividade nas ruas

Uma forma de chamar a atenção de quem passa pelas ruas é a intervenção urbana. Essa manifestação artística geralmente ocorre em grandes metrópoles e tem por objetivo causas sociais, políticas e ambientais.

Uma intervenção que tem o objetivo de questionar a sociedade de hoje é a  PanoptiCons. Até que ponto a vigilância de câmeras urbanas são saudáveis no cotidiano das pessoas? Pensando nisso, foram instaladas em diversos pontos da capital da província de Utrecht na Holanda corpos de aves com a cabeça de câmera, ou até mesmo aves em cativeiro que simbolizam a violação de privacidade. E então, você é favorável às câmeras?

Outra intervenção urbana com o objetivo de crítica e manifestação é o grupo de Nova York chamado NYSAT (New York Street Advertising Takeover). O projeto reúne mais de 100 artistas, ativistas, fotógrafos, videomakers, alunos, professores e cidadãos de Nova York, que, juntos, protestam contra a poluição visual que os anúncios publicitários causam na cidade novayorquina. Os interventores anulam as mensagens publicitárias dos outdoors pintando-os de branco ou criando painéis artísticos, tornando aquela cidade mais agradável (ou não). O trabalho é, porém, considerado ilegal, tanto que alguns integrantes do grupo já foram presos por vandalismo. Confira o vídeo.

E como não falar de Mark Jekins, um interventor que choca a população com sua arte urbana? Jenkins já teve suas obras publicadas em grandes jornais e revistas como Time OutThe Washington Post e no Wooster Collective, um blog especializado em arte urbana. O artista já esteve no Brasil mostrando seu trabalho em galerias e em ambientes fechados. Ele também mantém o site tapesculpture.org e ensina o processo de criação de suas obras nas cidades que visita.

ImagemImagem

Muito divertido, realmente parece que essas pessoas são reais! Agora para falar de intervenções urbanas mais sérias podemos citar o artista Christo Javacheff, artista conceitual conhecido internacionalmente por suas espetaculares encenações, que consistem em embalar edifícios e acidentes naturais. Um de seus projetos que despertaram maior sensação foi o “empacotamento”, em 1995, durante duas semanas, do edifício do Reichstag (Parlamento) em Berlim, projeto que Christo já ambicionava há 22 anos e causou grande controvérsia (The Wrapped Reichstag, com um custo de 15 milhões de marcos).

Edifício do Reichstag (parlamento) em Berlim

Em suas monumentais obras de arte, que planifica e realiza conjuntamente com sua esposa Jeanne-Claude, Christo reúne finalidade, forma e conteúdo, que são evidenciados pela cobertura. Seu objetivo é estimular o desenvolvimento de uma nova consciência da realidade e da história.

Outros interventores urbanos:

Alexandre Órion, Aaakash Nihalani, Alexandros Vasmoulakis, Alexandre Farto, Princess Hijob, Kare Addison e o grupo “Luzinterruptus”.

Paula Zamora

Transmídia: mudanças nas interações sociais

Iphone, tablet, ipads, netbooks…cada vez mais a tecnologia torna-se indispensável no cotidiano. Redes “wi-fi” são encontradas nos mais diversos lugares, de estações de metro à estacionamentos. Estar conectado é quase tão necessário quanto uma boa alimentação, e cada vez mais isto tende a aumentar. O mercado, as relações sociais, tudo vem tornando-se virtual. Para isso, novas ideias e novas formas de se adaptar vêm surgindo.

A marca lançou embalagens com 135 personagens diferentes para atrair o público jovem. Através delas é possível acessar conteúdos inéditos no site da marca. 

Diversos produtos geram extensões transmídias. Muitas vezes, isso é proposital para uma ação marqueteira, mas também pode ocorrer de forma natural e gradual. Um exemplo disso é o mundo criado pelos fãs da série “Jogos Vorazes”: “Panem October”.  Um jogo de realidade-alternativa que mistura ficção com realidade, utilizando múltiplas plataformas para contar a história, como o uso de e-mails, mensagens de texto e números de telefone. Conforme os usuários progridam através da história, eles serão apresentados aos novos meios e formas de experimentar o jogo.

Imagem

O conceito de transmídia não é novidade, desde o lançamento de “Star Wars”, em 1977, vemos a prática deste conceito. A série foi adaptada para diversas plataformas: quadrinhos, séries animadas, livros, documentários, games, histórias imaginadas a partir de lapsos dos filmes. No entanto, com o lançamentos de novas plataformas cada vez mais comum e usual, o cotidiano tem mudado, e em consequência disso, o mercado. O “Song Pop”, aplicativo para as mais diversas plataformas, tornou-se uma febre nos últimos meses. O jogo, que basicamente é adivinhar o nome da música ou artista, traz a oportunidade de comprar músicas diretamente no iTunes. No Brasil, a prática de comprar músicas não é muito comum, devido às diversas formas de “downloads” na rede. Os meios de comunicação estão caminhando para formas que transgridem muitas previsões.

Uma mídia voltada para a perfeição e padrões estéticos

English: Studio publicity portrait for film Bl...

Rita Hayworth

Muitos chamariam de futilidade, formalmente chamamos de “uma humanidade baseada em padrões estéticos cada vez mais altos”. Homens e mulheres lutando para parecer perfeitos, tentando atingir belezas quase inatingíveis, possíveis somente com enormes extratos bancários. A sociedade parece valorizar um padrão de beleza visto, muitas vezes, somente em cinemas e passarelas de moda. E a terrível verdade é que a mídia é, principalmente, a formadora de opinião dos valores morais da sociedade de hoje. Encontramos na publicidade, no jornalismo e nas mídias sociais uma obsessão por mostrar corpos, rostos, belezas quase perfeccionistas.  Quantas vezes já não nos deparamos com capas de revistas e reportagens sobre o corpo, e, é claro, sempre mostrando o quanto a vida daquela pessoa parece ser perfeita e maravilhosa por ela adquirir determinado padrão estético? E não começou agora, em tempos contemporâneos. A mídia sempre deu um jeito de mostrar para o mundo mulheres perfeitas, desde tempos antigos.  A década de 50 foi o maior exemplo dessa explosão de padrões estéticos. Duas personalidades femininas demarcavam o estilo da época. Mulheres consideradas naturais e jovens, como.Audrey Hepburn e Grace Kelly, porém também fatais e sensuais, como as atrizes Rita Hayworth e Ava gardner. Mais tarde chegou a vez da era de Marilyn e Brigitte Bardot, uma mistura do estilo sensual e jovem. Qual é, realmente, o limite para todo essa obsessão por beleza? E, principalmente, até que ponto a mídia influencia esses padrões estéticos e forma a opinião de cada cidadão no mundo?

Se colocarmos “moda e beleza” no Google vamos nos transportar para um mundo totalmente voltado a padrões perfeitos: geralmente mulheres magras, altas, com boca e olhos que chamam a atenção. Mas, mais do que isso, nos conduziremos a um mundo de frustração, decepção e sonhos, talvez, impossíveis. O valor moral da sociedade está muito voltado para a beleza. Os salões estão sempre cheios, as mulheres querem se cuidar, ficar bonitas. Refletindo mais cientificamente, talvez essa carência pela beleza e perfeição seja muito mais psicológica do que imaginamos. Com certeza você já escutou uma amiga linda sua dizer que se acha feia e tem problema de auto estima. Ou até mesmo o contrário: mulheres mais gordinhas e com traços imperfeitos estarem totalmente tranqüilas com a sua aparência. O modo como nos vemos está ligado internamente com nosso passado, influencias, personalidade, interesses. Mas, também, está ligado com a influencia midiática e as informações que circulam pelo âmbito comunicacional. Vemos constantemente blog’s de moda, maquiagem, cirurgia plástica, cabelos. Dietas também são muito acessadas, tudo para ser magra, bonita, ter sucesso. Mas será que realmente a realidade é como a mídia nos informa? Será mesmo uma modelo feliz e satisfeita com a sua vida? Acredito que não. E não paramos por aí. A felicidade não é sinônimo de beleza, e sim de um estado mental. Quem não liga para a beleza pode até ser mais feliz, sem qualquer frustração. Já ouvimos falar que o mundo da moda é, apesar de glamuroso, frustrante . Modelos querendo passar por cima das outras, decepções e muitas comparações.

Essa veneração pela mulher perfeita acabou sendo a causa da abertura de milhares de clínicas de cirurgia plástica nesse século. Entretanto, essa submissão da mulher de querer ser “igual às outras” acabou empobrecendo o patrimônio cultural de alguns países. Na china, por exemplo, encontramos uma jovem de 18 anos que há, 11 meses atrás, foi alvo de quatro operações para remodelar os olhos, o nariz, as maçãs do rosto e o queixo. “Entrei no concurso para provar que a cirurgia não modifica quem você é, só corrigi imperfeições” diz Wang Yuan, que admira a aparência das mulheres do Ocidente. (Marie Claire, nov. 2005). Na África, algumas mulheres acabaram contraindo estrias, acnes alergias e doenças epidérmicas por terem se submetidos a cremes branqueadores de pele. Segundo a Associação Internacional de Informação sobre a Despigmentação Artificial (Aiida), 67% das mulheres senegalenses despigmentam sua pele (Folha de S. Paulo, 03.04.2004). Eu me pergunto: Até que ponto a beleza é bem vinda? Seria a vontade de ser perfeita uma verdadeira forma de  insegurança e carência dessas mulheres? Definitivamente, sim. Estamos cada vez mais perdendo nossa originalidade, singularidade. O ser humano se obcecou pela mulher-padrão a tal ponto que nem mesmo a cultura de seu povo e sua característica racial é preservada. Vivemos na globalização, em uma época que para ser igual as “angels” da Victoria’s Secret apelamos para o bisturi e a anestesia.

Nem sempre o que é bonito para um, é belo para o outro. A beleza muda a cada década, cada milênio. Essa oscilação de padrão feminino nada mais é que a valorização do mercado, da indústria e uma forma de controle dos reis do capitalismo de querer ganhar e manipular cada vez mais. E o pior é que caímos nesse jogo, influenciados pela própria raça humana. Devemos ter nossos próprios valores, ideologias e opiniões. A beleza pode ser também simples, marcada por traços finos, como a simplicidade e singeleza. Esse estereotipo “americano” só vai acabar quando valorizarmos mais o conteúdo ao invés da forma.

Talvez tentar aceitar sua própria beleza, aquela com a qual você nasceu, seja bem mais fácil. A aceitação nos transforma e não nos torna competitivos, frustrados, comparativos. E quem sabe essa aceitação não nos mostre belezas muito mais significativas:  a beleza da personalidade, da compaixao, do que voce é, realmente. Porém nao deixe de inovar: tenha estilo, crie e mostre para a mídia que você que faz o seu próprio padrão de beleza, existem gostos para tudo! Aceite e saiba conviver com suas imperfeições, pois nem mesmo Angelina Jolie ou Megan Fox são perfeitas.

Pelas ruas de Nova York..

Nova York… Uma capital famosa por diversidade, estilo e originalidade. Uma cidade que abriga tudo no quesito moda, figurino, marcas. Para quem passa por essas ruas parece que existe uma certa magia e inspiração que só as pessoas que moram lá podem descrever. Nada de preconceito e julgamento. Cada um escolhe o que vai vestir sem pensar no que os outros vão pensar. Nova York: uma cidade para abusar, exceder e combinar todo o tipo de roupa, a única regra é arrasar nas ruas e, é claro, ter personalidade. Confira as fotos do blog The Sartorialist!

 

Image

Image

Image

Image

Image

Se você gostou desses estilos aproveite para se inspirar!!

A Influência da Mída na Moda Jovem

A moda surgiu como necessidade na vida do ser humano, mas com o tempo vem tomando novas proporções e importâncias no cotidiano. Vários estilos ilustram os últimos trinta anos. Atualmente a moda tornou-se parte da identidade de cada pessoa. Você pode conhecer muito da personalidade apenas pela roupa que a pessoa está vestindo. E o papel que a mídia exerce sobre isso é cada vez maior; artistas, cantores, personalidades da internet geram tendências entre os jovens de maneira quase imperceptível. Clipes, novelas, séries e blogs sobre moda ditam a moda atual.

Image

(Da esquerda para direita) Diovana Dorneles, 19 anos, cursa publicidade e propaganda e inspira-se em Taylor Swift; Ana Laura, 18 anos, cursa relações públicas e inspira-se em personagens de séries e cantoras, como Hayley Williams; Mônica Wendling, 22 anos, cursa publicidade e propaganda e inspira-se em blogs de moda.

Image

(Da esquerda para direita) Laila Natália Dietrial, 26 anos, cursa direito e inspira-se no cotidiando e em atrizes, como Kristen Stewart e Scarlett Johansson; Matheus Rigobello, 20 anos, cursa publicidade e propaganda e inspira-se em roupas francesas e em filmes de Quentin Tarantino; Natália Julia Schneider, 18 anos, cursa publicidade e propaganda e inspira-se em Audrey Hepburn, Taylor Swift e Hayley Williams.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.